segunda-feira, 12 de outubro de 2020

A PARÁBOLA DO JOIO SOB OUTRA PERSPECTIVA

A Parábola do joio e do trigo. 

Mateus 13
24 Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O Reino dos céus é semelhante ao homem que semeia boa semente no seu campo; 25 mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou o joio no meio do trigo, e retirou-se.
 26 E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio. 
27 E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu no teu campo boa semente? Por que tem, então, joio?
 28 E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres, pois, que vamos arrancá-lo? 29 Porém ele lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. 30 Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: colhei primeiro o joio e atai-o em molhos para o queimar; mas o trigo, ajuntai-o no meu celeiro.
 
Mateus 13
36 Então, tendo despedido a multidão, foi Jesus para casa. E chegaram ao pé dele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo. 
37 E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem, 
38 o campo é o mundo, a boa semente são os filhos do Reino, e o joio são os filhos do Maligno.
 Mateus 13:39 O inimigo que o semeou é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. 
40 Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo. 
41 Mandará o Filho do Homem os seus anjos, e eles colherão do seu Reino tudo o que causa escândalo e os que cometem iniquidade. 
42 E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali, haverá pranto e ranger de dentes. 
43 Então, os justos resplandecerão como o sol, no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça.

Onze coisas que você já sabe desta parábola. 

1. Que o joio se parece com o trigo 
2. Que não pode arrancar o joio antes da colheita pra não arrancar o trigo junto. 
3. Que quem plantou a boa semente foi o filho do homem. 
4. Que quem plantou a semente ruim foi o inimigo ou o diabo. 
5. Que o campo é o mundo.
6. Que a boa semente são os filhos do reino.
7. Que a má semente, são os filhos do maligno. 
Que a ceifa ou a colheita é o fim do mundo.
8. Que os ceifeiros são os anjos. 
9. Que o filho do homem ordenará aos seus anjos que colham do seu reino tudo o que causa escândalo ou que cometam iniquidade. 
10. Que esses mesmos serão lançados na fornalha de fogo, e que ali haverá choro e ranger de dentes. 
11. Que os justos resplandecerão no reino de seu pai. 

Agora duas coisas que talvez você não saiba. 

1. Que o joio jamais será trigo, e que o trigo jamais se tornará joio. 
Não importa o que as religiões façam, os padres, os pastores, as igrejas; o joio será sempre joio e o trigo será sempre trigo, apesar da semelhança.

2. Que da mesma forma que o joio parece com o trigo, o trigo também se parece com o joio.  

Lição prática: 

A- Nunca julgue alguém pela aparência, alguém pode ser trigo, com aparência de joio, ou  pode ser joio com aparência de trigo. 
B- Leve a palavra em tempo e fora de tempo, e deixe o julgamento para o dia da colheita. 
Elias Barbosa
( estudioso da Bíblia e das religiões)

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

A PENA DE MORTE É CRISTÃ?

A lei do Antigo Testamento ordenava a pena de morte para vários atos: assassinato (Êxodo 21:12), seqüestro (Êxodo 21:16), deitar-se com animais (Êxodo 22:19),
adultério (Levítico 20:10), homossexualismo (Levítico 20:13), 
ser um falso profeta (Deuteronômio 13:5), prostituição e estupro (Deuteronômio 22:4), e diversos outros crimes. 
No entanto,

Deus freqüentemente demonstrava misericórdia quando a pena de morte era dada. Davi cometeu adultério e

homicídio, e mesmo assim Deus não exigiu que sua vida fosse tirada (2 Samuel 11:1-5, 14-17; 2 Samuel 12:13). No

fim das contas, todo e qualquer pecado que nós cometemos deveria resultar na pena de morte (Romanos 6:23).

Felizmente, Deus demonstra o Seu amor por nós não nos condenando (Romanos 5:8).

Sim, Deus permite a pena de morte. Então, basicamente, estamos de volta ao lugar onde começamos. Sim, Deus

permite a pena de morte. Mas ao mesmo tempo, Deus nem sempre exige a pena de morte quando ela é aplicável. Qual

deveria ser a visão de um cristão acerca da pena de morte, então? Primeiro, devemos nos lembrar de que Deus

instituiu a pena de morte na Sua Palavra; portanto, seria presunçoso da nossa parte pensar que nós podemos instituir

um padrão mais alto que o Dele ou que nós podemos ser mais bondosos do que Ele. Deus tem um padrão mais alto do

que o de qualquer outro ser, visto que Ele é perfeito. Este padrão se aplica não apenas a nós, mas para Ele mesmo.

Portanto, Ele ama em um grau infinito, e Ele tem misericórdia em um grau infinito. Nós também vemos que Ele tem ira

em um grau infinito, e tudo isto se mantém em perfeito equilíbrio.

Segundo, nós devemos reconhecer que Deus deu ao governo a autoridade de determinar quando a pena de morte

deve ser dada (Gênesis 9:6; Romanos 13:1-7). Não é bíblico afirmar que Deus se opõe à pena de morte em qualquer

situação. Os cristãos jamais devem comemorar quando a pena de morte é empregada, mas, ao mesmo tempo, os

cristãos não devem lutar contra o direito do governo de executar os autores dos crimes mais hediondos

"Quem derramar sangue do homem,
pelo homem seu sangue será derramado;
porque à imagem de Deus
foi o homem criado.
Gênesis 9:6

"Quem ferir um homem e o matar terá que ser executado.
Êxodo 21:12

"Se alguém ferir uma pessoa a ponto de matá-la, terá que ser executado.
Levítico 24:17

"Se um homem ferir alguém com um objeto de ferro de modo que essa pessoa morra, ele é assassino; o assassino terá que ser executado.
Números 35:16

Se, de fato, sou culpado de ter feito algo que mereça pena de morte, não me recuso a morrer. Mas, se as acusações feitas contra mim por estes judeus não são verdadeiras, ninguém tem o direito de me entregar a eles. Apelo para

César!"
Atos dos Apóstolos 25:11

Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se opondo contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. 
Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser por aqueles que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas, se você praticar o mal,

tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o

mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de um punição, mas também por questão de consciência.
Romanos 13:1-5

Se alguém há de ir
para o cativeiro,
para o cativeiro irá.
Se alguém há de ser morto
à espada,
morto à espada haverá de ser.
Aqui estão a perseverança e a paciencia dos santos.
                                                    Apocalipse 13:10  Disse-lhe, pois, Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar?
Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem.

João 19:10-11.

A impunidade aumenta a criminalidade. Isto é um fato! Será que as nossas leis são suficientemente duras a ponto de

corrigirem, ou inibirem a desordem social? Seria a pena de morte uma punição justa e até necessária em nosso

contexto brasileiro? Este é um assunto polêmico que apresenta dificuldades, e algumas questões precisam ser

levantadas e respondidas em nosso estudo sobre o assunto. Primeiro, a Bíblia proíbe, ordena ou autoriza a pena de

morte? Segundo, a pena de morte seria justamente aplicável e promoveria a segurança em nosso contexto social? E

terceiro, quem seria responsável pelo julgamento e aplicação da pena capital?

A proposta desta lição é de estudarmos o tema, assumindo que a Bíblia nem ordena, nem proíbe a pena capital, mas a

permite como dispositivo punitivo caso o nosso país decida adotá-lo, e que ela amenizaria a criminalidade em nossa

sociedade.

A Bíblia, como nossa única regra de fé e prática proíbe, ordena ou autoriza a pena de morte? Mesmo numa leitura

superficial do Antigo Testamento encontraremos a ordenança de matar pessoas seguindo alguns critérios da lei civil de

Israel entregue por Deus a Moisés. Não há proibição contra a pena de morte na antiga Aliança. Encontramos no Antigo

Testamento o 6º mandamento “não matarás”. Todavia, esta lei não significava a proibição de toda morte como

sentença penal. Pode-se perceber que a palavra hebraica rasah traduzida por “matar”, não expressa a força e

significado do verbo original, seria melhor vertê-la por “não assassinarás”. Assim, deve-se considerar que a proibição

do 6º mandamento é contra o assassinato, ou a vingança pessoal, e não uma proibição da execução penal de um

criminoso pelo governo instituído por Deus.

O Catecismo Maior de Westminster quanto à significação do 6º mandamento esclarece que a sua proibição envolve

“Quais são os pecados proibidos no sexto mandamento? Resposta: Os pecados proibidos no sexto mandamento são: o

tirar a nossa vida ou a de outrem, exceto no caso de justiça pública, guerra legítima, ou defesa necessária; a

negligência ou retirada dos meios lícitos ou necessários para a preservação da vida; a ira pecaminosa, o ódio, a inveja,

o desejo de vingança; todas as paixões excessivas e cuidados demasiados; o uso imoderado de comida, bebida,

trabalho e recreios; as palavras provocadoras, a opressão, a contenda, os espancamentos, os ferimentos e tudo o que

tende à destruição da vida de alguém. (At 16.28; Gn 9.6; Nm 35.31,33; Hb 11.32-34; Êx 22.2; Mt 25.42,43; Mt 5.22;

1 Jo 3.15; Pv 14.30; Rm 12.19; Tg 4.1; Mt 6.31,34; Lc 21.34; Êx 20.9.10; 1 Pe 4.3,4; Pv 15.1; Pv 12.18; Is 3.15; Nm

35.16; Pv 28.17).”[1] Assim, desde o suicídio, o assassinato, a guerra justa, a defesa pessoal, a negligência da

segurança, sentimentos maus, palavras ferinas, a intemperança e a agressão física são todos aspectos implícitos

ordenados ou proibidos no 6º mandamento.

Lemos algumas vezes no Antigo Testamento a ordenança de executar pessoas, famílias, ou os habitantes de Canaã

(Êx 21:23-24; Js 7:1-26; Dt 21:18-21). A pena de morte foi socialmente sancionada por Deus nos casos de

“assassinato premeditado (Êx 21:12-14); sequestro (Êx 21:16; Dt 24:7); adultério (Lv 20:10-21; Dt 22:22); incesto

(Lv 20:11-12, 14); bestialidade (Êx 22:19; Lv 20:15-16); desobediência aos pais (Dt 17:12; 21:18-21); ferir ou

amaldiçoar os pais (Êx 21:15; Lv 20:9; Pv 20:20; Mt 15:4; Mc 7:10); falsas profecias (Dt 13:1-10); blasfêmia (Lv

24:11-14; 16:23); profanação do sábado (Êx 35:2; Nm 15:32-36); e sacrifícios aos falsos deuses (Êx 22:20).”[2] A

intenção da pena de morte no Antigo Testamento era de frear pecados sociais de um povo que viveu mais de 400 anos

como escravo, influenciado pela cultura pecaminosa egípcia e sem uma referência clara da justiça divina. Deus ordenou

a pena de morte na Lei, porque Ele é o soberano sobre tudo e sempre justo juiz em punir.

O processo e a aplicação da pena não era arbitrária, mas criteriosamente estabelecida por Deus. D.W. Van Ness

escreve que “lendo o AT revela que se aplicavam proteções evidenciais e processuais para abordar casos que

mereceriam a pena de morte. Estas medidas incluem a proporcionalidade (Êx 21:23-35); a certeza da culpa

estabelecida por duas testemunhas (Dt 17:6; Nm 35:30); a intencionalidade (Nm 35:22-24); as provisões processuais

incluíam as cidades refúgio que protegiam o acusado até o momento do seu julgamento (Nm 35); a responsabilidade

individual (Dt 24:16); a justiça do procedimento legal, independentemente do status econômico do acusado dentro da

comunidade (Êx 23:6-7); e, a limitação da hora de se aplicar a pena de morte (Ez 33:11).”[3] Aqui vemos Deus

estabelecendo a ordem e a sua santidade e justiça no meio do seu povo. Ao matar ou causar dano grave o assassino

perderia o direito à vida. Moisés declarou que “quem ferir o outro, de modo que este morra, também será morto” (Êx

21:12), e este é o mesmo princípio básico para a aplicação da pena de morte anteriormente ordenado por Deus à Noé

após o dilúvio (Gn 9:6).

A lei civil e cerimonial entregue a Israel não é válida para hoje, embora o princípio moral, ou a lei moral tem a sua

continuidade no Novo Testamento. Isso significa que não podemos interpretar as ordens de execução como estão no

Antigo Testamento e aplicá-las literalmente hoje. As leis civis regularam Israel enquanto nação teocrática, e as leis

cerimoniais tiveram validade até a morte de Cristo. Mas, a lei moral que são os Dez Mandamentos tem plena validade

para hoje. Assim, os juristas brasileiros poderiam, como no passado o fizeram, se valer dos princípios absolutos da

Escritura Sagrada para formular as doutrinas penais, decidindo por um sistema judiciário por princípios bíblicos e menos

antropocêntrico. O princípio moral para se criar uma lei que exija a morte do criminoso é atual, e teria autorização

tanto no Antigo Testamento, como no Novo Testamento.

No Novo Testamento a pena de morte continua como uma prática comum, no entanto, aplicada pelo império romano e

não mais pelos juízes de Israel. O Sinédrio de Jerusalém participava do processo de condenação levantando as provas,

fazendo a denúncia e entregando o criminoso às autoridades romanas para a sentença final e execução do criminoso. A

partir daí dentro da hierarquia do governo romano, desde a administração municipal até o governador da província, se

fosse um nativo julgado a sentença terminaria na opinião do governador. Se o réu fosse cidadão romano poderia

recorrer à última instância apelando a César, ou seja, seria julgado pela república, ou pelo próprio imperador. Por

exemplo, Jesus valida a pena de morte, com a sua própria morte (At 2:22-24; At 4:26-30), bem como Paulo, em Rm

13:1-5, fala do uso da espada pelo magistrado em punir com morte, e ele mesmo durante o seu julgamento se sujeita

à pena capital, caso a merecesse (At 25:8-11). Sabemos pelos relatos históricos que o apóstolo foi executado sob a

ordem do imperador Nero. Segundo a tradição todos os apóstolos, com exceção de João, foram executados. A pena de

morte produziu os mártires da Igreja, e o seu sangue foi a semente missionária para a expansão do Cristianismo

primitivo.

Não há na Escritura Sagrada qualquer proibição ou oposição à pena de morte. Entretanto, ela não exige o seu uso

incondicional. A Bíblia autoriza a pena capital, caso algum país queira aprová-la, e sanciona a sua aplicação como

legítima diante de Deus.

Concluímos que a Bíblia nem ordena, nem proíbe a pena capital, mas a permite como dispositivo punitivo caso o nosso

país decida adotá-lo. Assim, podemos protestar a seu favor, caso entendamos que seja necessário a aplicação de

penas mais rígidas, como a pena de morte em nossos tribunais.

A pena de morte promove a vida de quem quer viver. O “não matarás” é uma advertência para quem não quer se

tornar um assassino. Isto significa que se o indivíduo matou, perdeu o direito de viver. A autoridade instituída por Deus

tem o dever de proteger com a espada, e com este mesmo instrumento punir o criminoso impedindo-o de ser uma

possível ameaça aos cidadãos de bem.

A pena capital não é algo realizado por vingança familiar, nem sem critérios objetivos da gravidade do crime em que se

dará a condenação. A sentença será dada pelo Estado, um juiz especializado, leis específicas, e sobre um crime doloso

e hediondo em que envolve assassinato ou a desonra com dano irreparável do indivíduo, como por exemplo, o estupro.

Talvez, alguém seja contra a pena de morte no Brasil argumentando que sempre é possível um inocente morrer

injustamente. De fato, este é a melhor objeção à pena capital. Todavia, a resposta a este argumento é

satisfatoriamente dada por Gordon H. Clark quando ele questiona “a pena de morte é inviável pela possibilidade de

erro judiciário ou o erro do judiciário deve ser minimizado ao máximo? A continuidade de crimes deve ser garantida por

lei?”[4] O sistema legal brasileiro deve ser aperfeiçoado e corrigido e não afrouxar as penas por ter falhas.

Três motivos deveriam nos levar a considerar como necessária a aplicabilidade da pena de morte em nosso sistema

judiciário. Primeiro, a influência geral, ou seja, a teoria de que quando uma pessoa é castigada outros criminosos em

potencial estariam menos dispostos a cometer os mesmos crimes. Segundo, a influência específica, que é a teoria de

que o criminoso castigado não cometerá mais crimes estando morto. E terceiro, a retribuição legal, isto é, a teoria de

que o crime exige um castigo com uma pena que lhe
 seja proporcional. A pena de morte supre perfeitamente a estas

exigências. Quando o Estado não castiga o criminoso com uma punição equivalente ao seu crime, ele penaliza a vítima,

protege o criminoso, e fomenta a insegurança na sociedade.

1. Se um ladrão entrasse em sua casa, estuprasse e matasse os seus familiares, seria uma pena suficientemente justa

a sentença de alguns anos de prisão?
2. Aceitando que o Estado como autoridade é instituído por Deus (Rm 13:1-7) e que ele é portador de espada, isto é,

instrumento de pena de morte “pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal” (Rm 13:4b), ele

não se torna injusto ao negar-se executar a pena capital sobre os que a merecem?
3. Se existisse a aplicação da pena de morte em nosso sistema penal seria possível que houvesse menos grupos de

extermínios, execução por parte da polícia, vinganças entre famílias e outros efeitos colaterais causados pela omissão

e impunidade?

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

OS LEVITAS DE HOJE


Criou-se no meio evangélico, sobretudo pentecostal e neopentecostal, o hábito de referir-se à cantores da igreja como “levitas do Senhor”. Não poucos cartazes espalhados por aí anunciam os cantores convidados como “levitas”. 

Mas afinal, o que é um levita? A Bíblia respalda o costume moderno de chamar cantores de levitas?

Quem eram?
Os Levitas eram descendentes de Levi, o terceiro filho do casamento de Jacó com Lia. 
Foram separados por Deus para se responsabilizarem pelo sistema cultual e sacrificial da nação de Israel. 
Arão e seus filhos, que também eram da tribo de Levi, ficaram responsáveis pelo sacerdócio, enquanto os demais levitas auxiliavam nos serviços do tabernáculo e, posteriormente, do templo.

O que faziam?

Segundo o Dicionário Ilustrado da Bíblia, os jovens levitas começavam seu trabalho como assistentes dos sacerdotes e dos chefes dos levitas e iam progredindo para cargos mais altos, tais como porteiro, músico da orquestra (nos dias de Davi) e administrador. 

Os levitas se aposentavam do serviço aos 50 anos de idade, embora continuassem dando assistência (mas sem realizar serviço braçal) aos jovens sucessores (Nm 8.25-26).

Alguns dos serviços realizados pelos levitas:

A- Eram responsáveis pela guarda e conservação do tabernáculo e de todos os seus móveis e utensílios (Nm 1.50-53; 3.6-0; 4.1-33);

B- Auxiliavam os sacerdotes a matar e esfolar os animais para o sacrifício;

C- Examinavam os leprosos, conforme a prescrição da Lei;

D- Recebiam os dízimos dos demais judeus, mas também entregavam seus dízimos aos sacerdotes (descendentes de Arão);

No reinado de Davi (1Cr 23.1-5), com grandes reformas litúrgicas feitas por aquele monarca de Israel, os levitas foram divididos em quatro classes:
(1) assistentes dos sacerdotes no trabalho do santuário; (2) juízes e escribas; (3) porteiros; (4) músicos.
Perceba que a música era apenas uma dentre muitas ocupações dos levitas. 

Aliás, vale ressaltar que primordialmente a música não era atribuição dos levitas, e sim o auxílio aos sacerdotes na organização do tabernáculo ou templo e do culto judaico. Tocar e cantar foi uma função agregada aos levitas tardiamente.

E então, cantores são levitas hoje?

Primeiro vale dizer que nenhum texto do Novo Testamento trata os cristãos como levitas, mas diz que todos os salvos – não apenas oscantores! – fomos feitos “reino e sacerdócio” (Ap 5.10; conf. 1Pe 2.9: “Mas vós sois… sacerdócio real”). Ou seja, todo crente é um sacerdote, porque oficia diante de Deus, ministrando culto e adoração ao Senhor.
 Mas levita propriamente, a Bíblia não diz que nós cristãos somos.

Segundo, vale questionar: se levitas não eram nem primordialmente nem exclusivamente cantores ou músicos, por que hoje adjetivamos apenas os que trabalham com louvor como levitas?
 Levitas também eram porteiros, mas não chamamos nenhum porteiro de levita. 
Levitas eram responsáveis pela limpeza do tabernáculo, mas não chamamos as zeladoras da igreja de levitas. Por que só os cantores ou músicos são chamados de levitas?

Terceiro, um descendente da tribo de Judá (como Jesus) ou de qualquer outra tribo que não fosse da de Levi, jamais poderia ser chamado de levita ou ocupar o ofício levítico. 

Por que esta obsessão pelo título de levita, quando não se é judeu, e muito menos  descendente de Levi?

Os que assim insistem em apelidar cantores ou músicos da igreja ou se autoproclamar como “levita do Senhor”, devem responder a algumas perguntas básicas:

É judeu? Tem o sangue de Jacó correndo nas veias?

É da tribo de Levi? Pode comprovar isso?

Está disposto a reconhecer que como levita tem outros deveres além de cantar, inclusive auxiliar na limpeza ou na portaria do templo?

Caso a resposta a qualquer destas perguntas seja um NÃO, então também NÃO SE DEVE ACEITAR SER APELIDADO DE “LEVITA”. Pois de fato e de verdade não é. 

Isso não é implicância com os cantores e músicos da igreja, é apenas corrigir um linguajar errado e não-cristão usado inapropriadamente. 

Fonte Gospel prime / Tiago Rosas. 

Acréscimos e edição: 
Elias Barbosa.(estudioso da Bíblia e das religiões).

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

O que a Bíblia diz sobre o aborto?

As escrituras sagradas trata um aborto como algo que não chegou a existência. 

Portanto um aborto na visão bíblica não é morte. 

Morte é a cessação da vida. 

E um ser pra se tornar uma criatura vivente, e ter seu nome arrolado no livro dos vivos, tem que vê o sol, ou seja, nascer, sair ou ser tirado vivo do ventre da mãe. Mesmo que venha a morrer em seguida.

Portanto um abortado, é tratado como algo sem significância e importância, ou  irrelevante, em contraponto  a vida da mãe, que é vista como valiosa. 

Êxodo 21:22 
Se alguns homens pelejarem, e ferirem uma mulher grávida, e forem causa de que aborte, porém se não houver morte, certamente aquele que feriu será multado conforme o que lhe impuser o marido da mulher e pagará diante dos juízes.
 
Jó 3:16 
ou, como aborto oculto, não existiria; como as crianças que nunca viram a luz.
 
Salmos 58:8
 Como a lesma que se derrete, assim se vão; como o aborto de uma mulher, nunca vejam o sol.
 
Eclesiastes 6:3 Se o homem gerar cem filhos e viver muitos anos, e os dias dos seus anos forem muitos, e se a sua alma se não fartar do bem, e além disso não tiver um enterro, digo que um aborto é melhor do que ele, 4 porquanto debalde veio e em trevas se vai, e de trevas se cobre o seu nome. 5 E, ainda que nunca viu o sol, nem o conheceu, mais descanso tem do que o tal.
 

A igreja cristã tem uma visão distorcida e exagerada desse tema, colocando um embrião em formação muitas vezes acima da vida da mulher. 

Portanto é justo quando as leis Brasileiras permite em caso de estupro que a mãe possa optar pelo interrupmento da gestação, ou em caso de oferecer risco a vida da genitora.

 Elias Barbosa ( estudioso da Bíblia e das religiões)

sexta-feira, 24 de abril de 2020

JESUS E A RAPOSA

Jesus chamou o rei Herodes de raposa, ou seja, alguém esperto, mas insignificante diante dos planos de Deus; porquanto a raposa é considerada por muitas culturas como sendo símbolo de sagacidade e  malícia.

 Isso, porque esse mamífero usa da enganação e do oportunismo para caçar suas presas.

Na mesma hora, aproximaram-se alguns fariseus que lhe disseram: “Retira-te e vai-te daqui, porque Herodes quer te matar”.

Disse-lhes Jesus:

“Ide dizer a essa raposa: Eis que eu expulso os demônios e realizo curas hoje e amanhã e no terceiro dia terei tudo consumado. No entanto, devo prosseguir o meu caminho hoje, amanhã e depois de amanhã, porque não convém que um profeta morra fora de Jerusalém”. (Evangelho de Lucas, cap. 13, vv. 31 a 33).

Semelhantes as raposas em nossa região e cultura temos os cães. 

Dessa forma assim seria  a mensagem contemporânea enviada pelo nosso mestre para o  chefe do poder de Israel: 

" vai e dize aquele cachorro"•••• 

Duro recado.

 Mas Jesus era assim humilde para os aflitos e implacável para os arrogantes e soberbos. 

Mateus 7:29 ►
Porque Ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei. 
Elias Barbosa (estudioso da Bíblia e das religiões.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

JESUS IGUAL A DEUS, MAS NÃO O PRÓPRIO.

Yeshua (Jesus) não é o eterno, mas foi feito a 
aparência, aspecto,  feitio, figura, fisionomia, formato jeito, maneira, modo, desenho, estilo, estrutura, perfil, modelo, molde, do eterno. 

Jesus ao se apresentar-se igual a Deus não usou de usurpação, e nem  cometeu crime de apoderamento ou seja, não tomou posse de forma ilícita do poder, autoridade e qualidades do eterno, mas foi o próprio eterno que o exaltou soberanamente, e o colocou a cima de todos, para a  sua própria exaltação como vemos nos versículos seguintes.

5:  o qual, sendo em forma do Eterno, não considerou como usurpação o ser igual o Eterno, 
7:  e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de estaca de execução. 
6:  mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, sendo feito semelhante aos homens; 
8:  Pelo que o Eterno o exaltou supremamente, e lhe deu um nome que está acima de todo nome; 
9:  para que ao nome de Yeshua se dobre todo joelho nos céus, na terra, e debaixo da terra, 
10:  e todas as línguas confessem que Yeshua o Ungido é superior, para exaltação do Eterno Ábba.  - Filipenses - 2

Concluímos portanto baseado na hermenêutica e exegese do texto que Jesus não cometeu pecado ao se considerar igual a Deus, nas o teria feito se tivesse afirmado que era o próprio Deus. 

O filho foi obediente ao pai até a morte, e mesmo após ressurreição e ascenção aos céus continua submisso, desmistificando toda a teoria da trindade e tríade.  
João 20:     
17 Jesus disse: "Não me segure, pois ainda não voltei para o Pai. Vá, porém, a meus irmãos e diga-lhes: Estou voltando para meu Pai e Pai de vocês, para meu Deus e Deus de vocês".
 Apocalipse 3:    
 
12 Farei do vencedor uma coluna no santuário do meu Deus, e dali ele jamais sairá. Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu da parte de Deus; e também escreverei nele o meu novo nome. 

 Elias Barbosa ( estudioso da Bíblia e das religiões).

domingo, 22 de março de 2020

CORONAVÍRUS CASTIGO OU FATALIDADE?


Gálatas 6: 
7 Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. 

Amados, nunca Yehovah nosso Deus e Yeshua seu filho,  foram tão escarnecidos, zombados, vilipendiados, como nos dias atuais, a exemplo do carnaval desse ano. 

Mas não é só isso, o mundo tem se afastado da vontade do criador a passos largos como aconteceu nos tempos do profeta Jeremias, e tem buscado outros deuses para si, e não somente isso, a depravação e a apostasia alcançaram números e níveis intoleráveis. 

Deus reservou um dia  para juizo, mas nem por isso ele até lá ficará de braços cruzados. Se engana quem pensar dessa forma. 

Yehovah, está trazendo juízo sobre essa geração incrédula e idólatra,  isso é certo. 

Não importa se é início da tribulação, quarto selo, última trombeta ou cumprimento das escrituras. 

Deus está derramando da sua ira e do seu furor, por meio de pestes, terremotos, e eventos climáticos, com Deus não se brinca. 

Ele é amor, mas também é justiça, e de qual seremos merecedores? De seu amor ou de sua justiça? 

Os nossos atos estão de conformidade a sua santa vontade, ou fazemos coisas que não é de seu agrado?

Os seus pastores, lideres, profetas estão pregando paz, prosperidade, bençãos sem obediência, sem compromisso com a santificação sem a qual ninguém verá a Deus? 

Sinto muito, mas virá sobre eles e também sobre vocês repentina destruição, porque  Yehovah não dormita. 

E não adianta ir aos templos e as reuniões dos cultos, pregar uma fé inabalável, inatingível,  quando as vossas práticas e obras são abomináveis diante mim, assim diz o Senhor Deus.

Aquietai-vos e sabeis que eu sou Deus. Ficais em vossas casas, até que a minha ira passe sobre todas as nações e pessoas ímpias, que tem feito coisas detestáveis e abomináveis aos meus olhos.  

Jeremias 7:     
16 Tu pois não ores por este povo, nem levantes por ele clamor ou oração, nem me importunes, porque eu não te ouvirei.
 
Jeremias 11:   
  11 Portanto assim diz o Senhor: Eis que trarei mal sobre eles, de que não poderão escapar, e clamarão a mim e eu não os ouvirei.     14 Tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por eles clamor nem oração; porque não os ouvirei no tempo em que eles clamarem a mim, por causa do seu mal.
 
Jeremias 14:    
 10 Assim diz o Senhor, acerca deste povo: Pois que tanto amaram o afastar-se, e não detiveram os seus pés, por isso o Senhor se não agrada deles, mas agora se lembrará da maldade deles, e visitará os seus pecados.     11 Disse-me mais o Senhor: Não rogues por este povo para bem.     12 Quando jejuarem, não ouvirei o seu clamor, e quando oferecerem holocaustos e ofertas de manjares, não me agradarei deles; antes eu os consumirei pela espada, e pela fome e pela peste.     13 Então disse eu: Ah! Senhor, Senhor, eis que os profetas lhes dizem: Não vereis espada, e não tereis fome; antes vos darei paz verdadeira neste lugar.     14 E disse-me o Senhor: Os profetas profetizam falsamente em meu nome; nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei: visão falsa, e adivinhação, e vaidade, e o engano do seu coração é o que eles vos profetizam.     15 Portanto assim diz o Senhor acerca dos profetas que profetizam em meu nome, sem que eu os tenha mandado, e dizem: Nem espada, nem fome haverá nesta terra: À espada e à fome serão consumidos esses profetas.     16 E o povo a quem eles profetizam será lançado nas ruas de Jerusalém, por causa da fome e da espada; e não haverá quem enterre as suas mulheres, e os seus filhos e as suas filhas: assim derramarei sobre eles a sua maldade.

Jeremias 15:     
1 Então Yehovah  me alertou: “Ainda que Moisés e Samuel intercedessem diante de mim, Eu não mostraria favor a este povo. Manda-os embora da minha presença! Que eles saiam!
 
Elias Barbosa ( Eliyahu) estudioso da Bíblia e das religiões.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

NAAMÃ: COM LEPRA OU TZARAAT?

 *Naamã- nome hebraico que significa: agradabilidade. 

Comandante dos exércitos de Ben- Hadade II, rei da Síria.  

  * Segundo a Bíblia, Naamã era um grande comandante, respeitado, um herói valoroso, e teria dado muitas vitórias a Síria.   

 * A narrativa aconteceu no tempo de Jorão rei do norte de Israel, cuja capital era Samaria.   

  * Segundo as escrituras originais, ele sofria de uma doença grave, conhecida na época de tzaraat, que dava na pele, nas roupas, objetos e paredes; mais tarde traduzida erroneamente por lepra, ou hanseniase, que só dá na pele, pela septuaginta, ou tradução dos 70, a mais antiga tradução, do hebraico para a lingua grega, destinada  aos gentios, final do terceiro século para o início do segundo século AC.                      

* O significado dessa doença terrível chamada de tzaraat, era "ferir" porque eles acreditavam que a pessoa acometida por tão triste doença, estava sendo castigada , por algum pecado que cometeu.      

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

VOCÊ NÃO VAI MORAR NO CÉU

15:  E tocou o sétimo mensageiro a sua "shofar" (instrumento de sopro feito do chifre de carneiro, considerado um dos mais antigos e sagrado para os judeus). e houve nos céus grandes vozes, que diziam: O "malchut" (em hebraico: reino) do mundo passou a ser de nosso Adonai(Senhor) e do seu Ungido, e ele reinará pelos séculos dos séculos.  - Livro das Revelações - 11
 

Muitos cristãos sobretudo dessa geração irão ter uma decepção muito grande na vinda de Yeshua( Jesus).

Quando muitos estarão na volta do salvador , esperando serem levados  pro céu, se dará justamente o contrário, os reinos ou governos desse mundo passarão a ser de nosso Senhor e de seu ungido, e ele reinará pelos séculos dos séculos, assim ao invés de levá-los ao céu, o próprio Yeshua descerá para habitar com eles.

Outro equívoco imperdoável é o CRENTE achar que esse planeta será destruído por Deus. 
Seria o mesmo que afirmar que o mundo foi destruído  e deixou de existir, com as águas do dilúvio. 

Bíblia King James Atualizada
Foi pelas águas que o mundo daquela época foi submerso e destruído. 
2 Pedro 3:6

O sistema pecaminoso e governos corruptos humanos, é que foram destruídos, mas a terra permaneceu e permanecerá para sempre. 

4: Uma geração vai-se, e outra geração vem, mas a terra permanece para sempre.  - Kohelet - Eclesiastes - 1
 

Na sua segunda vinda Deus punirá os que estão destruindo a terra com suas ganâncias  e ambições. 
18:  Iraram-se, na emet(verdade), as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os navim(profetas), e aos kadoshim( santos), e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.  - Livro das Revelações - 11

Por fim Yahuah cumprirá o seu desígnio outrora frustrado com a queda do homem, de transformar esse planeta maravilhoso em o novo Éden( jardim de delícias) onde habitará eternamente com o seu povo.

1:  E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe. 
2:  E vi a santa cidade, a nova Yerushalaim(Jerusalém), que descia dos céus da parte do Eterno, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo. 
3:  E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: vejo que a Beit HaMikdash(templo de Jerusalém ou casa santificada do Eterno está com os homens, com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o Eterno mesmo estará com eles. 
4:  Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não terá mais morte, nem terá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. 
5:  E o que estava assentado sobre o trono disse: Eu faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve; porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.  - Livro das Revelações - 21
Elias Barbosa ( estudioso da Bíblia e das religiões)